É melhor dividir apartamento ou morar sozinho?

dividir apartamento ou morar sozinho
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Se você está no processo de sair da casa dos pais, é bem provável que esteja vivendo um grande dilema — morar sozinho ou dividir apartamento com mais alguém? Se não é a hora de comprar um imóvel, procure uma kitnet para alugar.

O período de mudança de cidade e início da independência financeira levanta esse questionamento, sendo necessário ponderar com muita calma. Afinal, é preciso ter certeza das escolhas para não perder dinheiro nem se arrepender depois.

A dúvida entre morar sozinho ou dividir apartamento é muito comum, ainda mais quando as questões financeiras são prioritárias na hora da decisão. Quem quer começar uma vida independente e está preparado financeiramente tem uma visão bastante diferente sobre qual opção escolher.

A verdade é que não existe uma resposta certa para essa pergunta, já que tudo depende do seu perfil, preferência e condição financeira. Quer saber mais sobre cada opção para escolher a melhor para você? Então, continue lendo!

Como tomar a decisão correta?

Essa é a maior dúvida na hora de sair do conforto da casa dos pais, o que será bom e pode ser considerado uma aventura. O melhor é dividir todos os prós e contras dessa decisão respondendo algumas perguntas importantes.

  • Você tem dinheiro para se manter sozinho?
  • Está preparado para alugar uma kitnet e pagar todos os custos?
  • Se vai dividir com um amigo, conhece a rotina desse futuro companheiro de casa?
  • Quais são seus hábitos diários?
  • Você conseguiria conviver em harmonia com os hábitos diferentes de outras pessoas?

Basicamente, é preciso pensar em todos os detalhes, desde aqueles que você considera banais até as questões de segurança, finanças e comportamento. Tudo isso vai influenciar diretamente sua qualidade de vida ao sair da casa dos pais.

Quais são as consequências de morar sozinho?

Como tudo na vida tem lado positivo e negativo, a decisão de onde morar não seria diferente. Antes de decidir morar sozinho, faça um levantamento de quanto esse conforto custará.

Gastos consideravelmente mais altos

Não tem jeito: morar sozinho envolverá gastos mais elevados. Despesas como aluguel, condomínio, internet, luz e outras contas podem sair mais caras que o esperado quando colocadas no papel. Se você for morar em um grande centro, o custo de vida pode ser ainda mais alto.

Quando você tem outros moradores com quem compartilhar esse custo, sua vida pode ser mais simples. Duas pessoas em um mesmo ambiente de uma casa não vão, por exemplo, precisar acender duas lâmpadas ou ligar duas televisões. Com alguém para dividir, fica muito mais barato manter uma moradia.

Mais responsabilidades

Morar sozinho significa ter muito mais responsabilidade. Embora exista a vantagem de não dever satisfação a ninguém, você terá que pagar as contas, cuidar da casa e fazer as compras sozinho, já que não terá ninguém para dividir as funções ou “tomar conta” de tudo.

Isso pode ser um pouco complicado para quem está acostumado às “mordomias” de viver com os pais ou alguém que ajude a lembrar das datas de vencimento das faturas e possa fazer compras quando você ficar preso no trânsito, ou chegar mais tarde do trabalho.

Mais independência

Apesar do aumento de gastos e responsabilidades, você tem privacidade, independência e tranquilidade. Morando sozinho, pode fazer o que quiser sem precisar dar satisfação para ninguém. É caro, é verdade, mas é uma conquista e tanto. Se você não é o tipo de pessoa que se sente só com facilidade, terá uma ótima experiência.

Você poderá, por exemplo, fazer reuniões com os amigos ou voltar acompanhado sem precisar sequer avisar outra pessoa. A sua casa pode virar o point dos amigos ou o local favorito para um happy hour com a turma do trabalho e ninguém reclamará de nada, afinal, é o seu lar.

Mais tranquilidade em casa

Morar sozinho é sinônimo de paz e tranquilidade, já que você não precisa dar nenhum tipo de satisfação a ninguém nem se preocupar com os gostos e hábitos de outras pessoas. Mesmo que more com seus melhores amigos, é possível que, ao passarem a viver sob o mesmo teto, aconteçam conflitos.

Isso ocorre porque cada pessoa traz consigo os seus hábitos de vida, aquilo que fazia na casa dos pais. É muito importante lembrar que cada um recebe um tipo de criação, que pode divergir da dos amigos e gerar desentendimentos.

Quais são as consequências de dividir apartamento?

Dividir apartamento também tem um lado positivo e outro negativo, como não poderia deixar de ser. Antes de decidir abrir as portas da sua casa para um ou mais companheiros de moradia, é preciso conhecê-los muito bem e considerar os prós e contras.

Economizar mais no dia a dia

Ter um companheiro de apartamento faz com que você economize em todas as suas despesas — muitas vezes, esse é o principal motivo pelo qual as pessoas optam por essa opção. Além disso, é possível desfrutar de um apartamento mais legal ou com uma localização melhor, já que vai dividir as contas no fim do mês.

Em muitos países, sobretudo nos mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, a Inglaterra e a Austrália, ter um roommate (colega de quarto) é uma espécie de rito de passagem que praticamente todas as pessoas experimentam quando estão começando a vida profissional ou saindo da casa dos pais.

Conviver com diferenças

Dinheiro não é tudo, não é? Existem outros pontos que devem ser levantados e considerados antes de tomar essa decisão. Dividir apartamento significa lidar com as diferenças — alguém comendo sua comida, sujando o banheiro, fazendo barulho quando você quer dormir etc.

Por isso, firmar um acordo de convivência é muito importante para quem vai dividir apartamento. Se você nunca ouviu esse termo, saiba que ele pode livrá-lo de muita dor de cabeça. Esse documento define, antes de começar a morar com alguém, as regras e assuntos que vão fazer parte da rotina — como o pagamento de contas e a limpeza da casa.

Fazer esse tipo de acordo pode livrar você de várias situações desconfortáveis. Afinal, você se imagina dividindo um apartamento com o Sheldon Cooper de The Big Bang Theory? Com certeza, o grande segredo em dividir o apartamento é a boa convivência e o equilíbrio.

Aprender a viver com regras

Quando você divide a casa com seus pais e irmãos, por exemplo, por mais que haja regras de convivência, todos pertencem à mesma família e facilmente se entendem diante de deslizes.

Entretanto, no momento que você passa a morar com outras pessoas e compartilhar todos os espaços com alguém que tem hábitos diários diferentes dos seus, tudo muda completamente. É preciso aprender a viver com as regras da “boa vizinhança” dentro de casa.

Não ultrapassar os limites, evitar bagunça e sujeira, além de não pensar que tem prioridades dentro da casa são princípios fundamentais para alcançar a harmonia entre as pessoas que compartilham uma moradia.

Ter novas experiências

Se você não chega a ser um Sheldon Cooper, a chance de viver novas experiências pode ser crucial para decidir entre dividir apartamento ou morar sozinho. Quando convivemos com pessoas diferentes, lidamos não só com possíveis contradições, mas também temos a oportunidade de experimentar coisas novas.

Seu círculo de amizades se ampliará naturalmente e você poderá ir a novos lugares, aprender sobre assuntos que nunca despertaram o seu interesse ou, até mesmo, transformar-se em uma pessoa diferente, com mais empatia e respeito pelo que vem dos outros. Vale a pena ter atenção ao escolher com quem morar e, então, aproveitar tudo isso.

Ter renda extra

Se você é o proprietário do imóvel e topa compartilhar o espaço com outra pessoa, além de reduzir os custos fixos da casa ou apartamento (água, luz, internet, taxa de condomínio, por exemplo), você pode fazer uma renda extra com a locação mensal.

Assim, é possível fazer mais reparos no imóvel e, até mesmo, investir em melhorias que aumentem o conforto tanto para você como para o seu companheiro de casa com o dinheiro do aluguel.

Com quem morar?

Se você for dividir apartamento, o caminho mais fácil é escolher alguém que já conhece — como um amigo ou parente com quem tenha uma relação leve. Mas, se acabou de mudar de cidade, a realidade é bem diferente. Se passou na faculdade, por exemplo, pode entrar em uma república que já está estabelecida. Nesse caso, avalie bem a acomodação e a afinidade com os demais moradores.

Antes de escolher entre dividir apartamento ou morar sozinho, tenha sempre em mente a sua condição financeira. Esse pode ser o fator decisivo para trilhar seu caminho. Depois disso, basta procurar as opções disponíveis, pesar os prós e contras e ver qual delas é mais adequada ao seu perfil.

No fim das contas, a decisão de dividir apartamento ou morar sozinho depende apenas de você. As duas opções têm benefícios e dificuldades, então, você precisa decidir o que quer para a sua vida nesse momento. Faça a sua escolha e aproveite o que essa etapa tem a oferecer de melhor.

Está avaliando a possibilidade de optar por uma kitnet para alugar? Então, deixe o seu comentário, troque experiências sobre quais opções mais interessam você na hora de sair de casa e em qual imóvel tem vontade de morar!

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